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Diretrizes para Hibernação de Unidades Industriais

  Para equipamentos ou sistemas novos, isto é, que ainda não operaram, há uma sequencia de atividades ou subsistemas, durante a construção e montagem, de preparação para a entrada em operação: São eles: Preservação dos equipamentos e sistema entregues e já instalados no local de operação; Comissionamento desses equipamentos e sistemas; Condicionamento dos equipamentos e […]

 

Para equipamentos ou sistemas novos, isto é, que ainda não operaram, há uma sequencia de atividades ou subsistemas, durante a construção e montagem, de preparação para a entrada em operação:

São eles:

  • Preservação dos equipamentos e sistema entregues e já instalados no local de operação;
  • Comissionamento desses equipamentos e sistemas;
  • Condicionamento dos equipamentos e sistemas;
  • Completação Mecânica;
  • Gestão de Energias ou Bloqueio de Energias Perigosas;
  • Assistência Técnica à Pré Operação, Partida e Operação Assistida.

Já para equipamentos ou sistemas que operaram e necessitam ter a operação interrompida por algum tempo, isto é, serem desativados temporariamente, por questões dentre outras, de situações desfavoráveis de mercado, solução de gargalo operacional, adequação à nova tecnologia ou manutenção de longo prazo, é necessário prover a hibernação para conservação das condições físicas em bom estado.

A hibernação também atende aos casos de instalações novas, em que as etapas de construção e montagem precisam ser interrompidas temporariamente.

A execução dos requisitos de preservação e de hibernação deve ser planejada com antecedência, para a seleção da técnica mais adequada ao equipamento ou instalação objeto. As fases de preservação e hibernação executadas de forma correta fazem com que as atividades, durante a partida do equipamento, sistema ou unidade, ocorram sem maiores problemas, reduzindo ou minimizando fatores que provocariam paradas, perdas de produção e riscos à segurança das instalações e dos operadores.

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