{"id":2969,"date":"2023-02-14T15:11:36","date_gmt":"2023-02-14T15:11:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/?p=2969"},"modified":"2023-02-14T15:12:53","modified_gmt":"2023-02-14T15:12:53","slug":"protecao-de-equipamentos-sujeitos-a-explosao-interna-por-deflagracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/?p=2969","title":{"rendered":"Prote\u00e7\u00e3o de equipamentos sujeitos \u00e0 explos\u00e3o interna  por deflagra\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<h3><strong>Os maiores danos relativos \u00e0 ind\u00fastria de processamento qu\u00edmico, em geral, como refinarias de petr\u00f3leo, petroqu\u00edmicas e f\u00e1bricas de produtos qu\u00edmicos, s\u00e3o os causados por fogo, explos\u00e3o ou vazamento t\u00f3xico.<\/strong><\/h3>\n<h3><strong>Uma explos\u00e3o pode ser definida como uma libera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e violenta de energia, que produz press\u00f5es significativas em termos do potencial de danos, muitas vezes levando a mortes e destrui\u00e7\u00e3o material.<\/strong><\/h3>\n<h3><strong>A explos\u00e3o que se segue a uma combust\u00e3o provoca ondas de press\u00e3o, ao redor do local onde ocorre, podendo ser classificada de acordo com a velocidade dessas ondas:<\/strong><\/h3>\n<ul>\n<li>\n<h3><strong>Em caso de ondas subs\u00f4nicas, tem-se uma deflagra\u00e7\u00e3o;<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<li>\n<h3><strong>Em caso de ondas supers\u00f4nicas (ondas de choque), tem-se uma detona\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h3><strong>A deflagra\u00e7\u00e3o \u00e9 a propaga\u00e7\u00e3o de uma zona de combust\u00e3o a uma velocidade que \u00e9 menor que a velocidade do som no meio n\u00e3o reagido; enquanto a detona\u00e7\u00e3o \u00e9 a propaga\u00e7\u00e3o de uma zona de combust\u00e3o a uma velocidade que \u00e9 maior do que a velocidade do som no meio n\u00e3o reagido.<\/strong><\/h3>\n<h3><strong>Uma detona\u00e7\u00e3o pode produzir efeitos din\u00e2micos significativos, de ondas de choque e de\u00a0 aumento dr\u00e1stico de press\u00e3o, estando fora do escopo deste trabalho.<\/strong><\/h3>\n<h3><strong>Este trabalho aborda apenas os carregamentos de menor intensidade e mais lentos produzidos por deflagra\u00e7\u00f5es que se propagam em uma fase gasosa.\u00a0<\/strong><strong>O aumento de press\u00e3o produzido dentro de um equipamento, como vaso de press\u00e3o, em uma explos\u00e3o por deflagra\u00e7\u00e3o \u00e9 previs\u00edvel com razo\u00e1vel certeza.<\/strong><\/h3>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.petroblog.com.br\/wp-content\/uploads\/NFPA-69-Protecao-equipamento-contra-explosao-interna.pdf\">Conferir no post: NFPA 69 Prote\u00e7\u00e3o equipamento contra explos\u00e3o interna<\/a><\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os maiores danos relativos \u00e0 ind\u00fastria de processamento qu\u00edmico, em geral, como refinarias de petr\u00f3leo, petroqu\u00edmicas e f\u00e1bricas de produtos qu\u00edmicos, s\u00e3o os causados por fogo, explos\u00e3o ou vazamento t\u00f3xico.<br \/>\nUma explos\u00e3o pode ser definida como uma libera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e violenta de energia, que produz press\u00f5es significativas em termos do potencial de danos, muitas vezes levando a mortes e destrui\u00e7\u00e3o material.<br \/>\nA explos\u00e3o que se segue a uma combust\u00e3o provoca ondas de press\u00e3o, ao redor do local onde ocorre, podendo ser classificada de acordo com a velocidade dessas ondas:<br \/>\nEm caso de ondas subs\u00f4nicas, tem-se uma deflagra\u00e7\u00e3o;<br \/>\nEm caso de ondas supers\u00f4nicas (ondas de choque), tem-se uma detona\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA deflagra\u00e7\u00e3o \u00e9 a propaga\u00e7\u00e3o de uma zona de combust\u00e3o a uma velocidade que \u00e9 menor que a velocidade do som no meio n\u00e3o reagido; enquanto a detona\u00e7\u00e3o \u00e9 a propaga\u00e7\u00e3o de uma zona de combust\u00e3o a uma velocidade que \u00e9 maior do que a velocidade do som no meio n\u00e3o reagido.<br \/>\nUma detona\u00e7\u00e3o pode produzir efeitos din\u00e2micos significativos, de ondas de choque e de aumento dr\u00e1stico de press\u00e3o, estando fora do escopo deste trabalho.<br \/>\nEste trabalho aborda apenas os carregamentos de menor intensidade e mais lentos produzidos por deflagra\u00e7\u00f5es que se propagam em uma fase gasosa. O aumento de press\u00e3o produzido dentro de um equipamento, como vaso de press\u00e3o, em uma explos\u00e3o por deflagra\u00e7\u00e3o \u00e9 previs\u00edvel com razo\u00e1vel certeza.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1320,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[55],"tags":[787,788,122,151],"class_list":["post-2969","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-acidentes-risco-fogo-e-explosao","tag-deflagracao","tag-detonacao","tag-explosao","tag-vasos-de-pressao"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2969"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2969"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2969\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2971,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2969\/revisions\/2971"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/1320"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2969"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2969"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.petroblog.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2969"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}